O QUE APRENDEMOS NOS PREPARANDO PARA A NOSSA PRIMEIRA PROVA DE TRIATHLON!



Após alguns anos no fisiculturismo, decidimos dar uma chance para um novo estilo de vida, um novo esporte: o TRIATHLON! Recebemos nossa primeira planilha no dia 26/01 e faremos nossa primeira competição completa no dia 15/05.

Foram 110 dias de preparação orientados pela @outdoorassessoria. Foram 110 dias de aprendizados e descobertas. Quando começamos, por exemplo, não sabíamos nadar. Nem 25 metros. A Mari tinha muito medo de andar de bicicleta. Mal corríamos. Apesar de uma trajetória de sucesso em outro esporte, era como se não fôssemos atletas.

A partir dessa experiência, temos algumas considerações para fazer sobre o triathlon:


1. NEM ESPORTE E NEM HOBBY: ESTILO DE VIDA!

Viemos do fisiculturismo onde existe o "bodybuilder lifestyle". Nossa experiência com certeza ajudou no começo, mas o estilo de vida do Triathlon é intensamente único (e olha que nem nos preparamos para as longas distâncias ainda).

O que queremos dizer com isso: fica natural acordar antes do sol nascer; fica rotineiro treinar pelo menos 2 vezes por dia; desenvolvemos uma ansiedade gostosa pelos finais de semana pelos treinos mais longos e sem ter que dividir a atenção com o trabalho.

E sabe o que é o melhor?! Rola até uma cervejinha sem culpa no final de semana!

2. MENTE DE FERRO!

O triathlon é famoso por formar "ironmans", mas o que já sentimos é que forma "mentes de ferro". É preciso uma mente forte pra acordar cedo pra treinar; para treinar depois do trabalho já cansado; para fazer até 3 treinos diferentes por dia; para segurar o ritmo na corrida e respeitar a planilha; pra aumentar o ritmo e respeitar o tempo dos tiros; pra continuar pedalando mesmo depois de horas e da perna queimar como carvão; pra nadar e nadar e nadar e nadar.

3. DISCIPLINA, RESILIÊNCIA, FOCO, ESTRATÉGIA, AGENDA: O PACOTE COMPLETO!

Quem nos acompanha sabe que defendemos em nossas palestras e canais de comunicação o quanto um estilo de vida saudável nos empodera para buscarmos nossos sonhos. E isso não é à toa: não tem como praticar triathlon, por exemplo, e não desenvolver uma série de habilidades e competências que são fundamentais para ser bem sucedido em qualquer área da vida.



4. APRENDEMOS QUE SEMPRE É POSSÍVEL APRENDER E VENCER MEDOS!

E lá fomos nós, com 31 pra 32 anos, aprender a nadar. Aprender a andar de bicicleta (vencer o medo, aliás!). Esta é um experiência interessante. Aprender depois de mais velho vai muito além de desenvolver determinada técnica. Trata-se, antes, de se permitir ser iniciante, de se reconhecer inexperiente, de se aceitar como quase um "pateta" (é como nos sentimos na nossa primeira aula e natação). E isso não é ruim. É ótimo ser um pateta quando o contexto é o de se colocar para fora do conforto, balançar o esqueleto e gritar para o mundo: EU QUERO EVOLUIR! Nos faz lembrar que somos humanos e podemos alcançar o que quisermos, desde que paguemos o preço. Quer sensação de liberdade maior do que essa?!

Ah, créditos do texto do quadrinho: meu pai! Nosso triatleta inspiração!


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